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São Francisco de Assis – Mâncio Lima (AC)

São Francisco de Assis – Mâncio Lima (AC)

Ano de Criação:

1937

Telefone:

(68) 99222-0673

E-mail:

Atendimento:

Horário de funcionamento da Secretária da Paróquia

Segunda a Sexta-feira das 07h30min às 13h
Sábado das 07h30min às 11h30min

Atividades na Paróquia 

  • Adoração ao Santíssimo Sacramento:
    Quinta-feira das 07h às 18h
    – Comunidade São Sebastião.Quinta-feira às 15h
    – Comunidade São Francisco,
    – Comunidade Santa Rita.Quinta-feira às 19h30
    – Comunidade Nossa Senhora das Dores.

 

  • Grupo de Oração:
    Sábado às 19h30min
    – Comunidade Santa Rita,
    – Comunidade São Sebastião.

 

  • Terços dos Homens:
    Segunda-feira às 19h
    – Comunidade São Francisco,
    – Comunidade São Sebastião,
    – Comunidade Santa Rita.

Endereço:

Avenida japiim, Nº 1170, Centro, Mâncio Lima/AC - 69990-000

História da Paróquia:

“[…] A vinda de um missionário alemão após a guerra foi somente em 1949.

Nesse ano, chegou a Cruzeiro do Sul o Padre Heinrich Rüth, que posteriormente foi sagrado Bispo. Na Europa, sob os escombros da guerra, o número de missionários para terras estrangeiras também era baixo. Os centros de formação de missionários estavam danificados ou destruídos e havia um grande esforço para a reconstrução. Demorou alguns anos para, gradativamente, aumentarem os missionários no Alto Juruá. Algum tempo após a vinda do Padre Rüth vieram os seguintes Padres: João Hospel, Carlos Kunz, Luis Herbst, Antônio Cremer, Teodoro Arnds e o Irmão Eulogius Braun, conhecido como Irmão Scheng, que foi mestre carpinteiro.

Na década de 1950 foram ampliadas as visitas pastorais no Alto Juruá e seus afluentes. As paróquias de Humaitá e Japiim (hoje, Porto Walter e Mâncio Lima, respectivamente), criadas em 1939, passaram a receber mais atenção. […] Japiim é o nome do Paraná, afluente do Rio Moa, e fez parte das primeiras vias de transporte para a instalação dos seringais na região. Porém, Japiim é também o nome de um pássaro típico daqueles arredores, significa o igarapé desse pássaro. […] O primeiro seringal estabelecido no igarapé Japiim recebeu o mesmo nome, tornando-se conhecido e movimentado. Com a crise da produção de borracha o governo do Território Federal iniciou a colonização para a agricultura no seringal Japiim, criando-se dois núcleos habitacionais, um chamado ‘vila’ e o outro ‘colônia’. Na localidade chamada ‘vila’ foram instaladas repartições públicas que, em tempos posteriores, marcaram a sede do município de Mâncio Lima, porém a ‘colônia’ também passou por modificações, tornando-se urbanizada, e assim tornaram-se duas vilas com marcas de comunidades distintas e com suas igrejas, festejos de santos, novenários e atividades pastorais em cada localidade. A identidade social de pessoa é distinta, de acordo com seu local de origem. Quem é natural da Colônia se identifica com sua comunidade de São Francisco, participa da sua paróquia, do novenário e festa de seu Santo, das atividades pastorais e celebrações. Os nascidos na vila se identificam com sua comunidade de São Sebastião, sua Paróquia [sic.], com atividades pastorais, celebrações e também o novenário e festa de seu Santo. As duas comunidades demandam atenção pastoral específica, visto que a vivência comunitária tem seus vínculos com tradições e relações familiares que se relacionam às celebrações da Igreja.

No início da década de 1930, o Padre Augusto Haberkorn, residente na comunidade dos Espiritanos, em Cruzeiro do Sul, atendia as comunidades da Vila Japiim. Nesse ano se construiu a primeira pequena igreja coberta de palha, em honra de São Francisco, na colônia. Foi um marco na comunidade, que contava com a liderança do Sr. João Floriano e com as colaborações dos senhores Francisco da Manoela, Manoel André e Manoel Rodrigues. Um importante acontecimento na comunidade era o novenário e festa em honra de São Francisco.

O primeiro vigário, nomeado pelo Bispo Dom Henrique Rütter, em 1939 para a Paróquia de São Francisco da Vila Japiim, foi o padre Geraldo Hartmann (pároco de 1939 a 1953). Uma família residente na vila das repartições públicas ofertou uma casa de madeira para ser a sede paroquial. Essa casa incluiu um grande terreno que permitiu construir a igreja, escola e ainda utilizar parte da terra para cultivar uma horta e outras plantações. A senhora matriarca dessa generosa família viveu muitos anos, deixando boa memória na comunidade. O primeiro vigário foi muito estimado em toda a comunidade, recebendo como ajudante o Padre Antônio Kraemer [sic.]. Em 1959 [sic.] ( Há divergência quanto a essa cronologia. Há uma galeria dos párocos na casa paroquial, segundo a qual Padre Edson foi pároco de 1969 em diante), o Padre Edson Dantas assumiu a paróquia e a partir de 1962 se iniciou a construção de uma nova igreja de São Francisco. Para tanto foi reativada uma olaria da Prelazia, que anteriormente havia fornecido tijolos para o Colégio São Francisco. Na nova construção houve a participação dos Irmãos José Stickelman, o mestre pedreiro, construtor, e Scheng (Eulogius Braun), mestre marceneiro e quem fez a elaboração da planta. Igualmente, como em outras construções e paróquias, os Irmãos aplicavam seus talentos profissionais capacitando pessoas durante a construção. Em 1966 chegou a ajuda do Padre Frederico Siegers, que trabalhou muitos anos em Mâncio Lima, realizando seus trabalhos pastorais, dispensando cuidados aos enfermos, conforme a Congregação do Espírito Santo orienta seus missionários. […] Com as mudanças do extrativismo da borracha para a colonização, promovidas pelo Governo Federal, aumentaram as comunidades de agricultores, bem como as fazendas da criação de gado. Também ocorreu um deslocamento de população do interior da floresta para as cidades. Com tudo isso, houve grande mudança na Pastoral da Igreja. Novas comunidades foram criadas nos projetos de colonização e núcleos urbanos foram criados ou aumentados. Considerando o assentamento Santa Luzia, as áreas rurais de Rodrigues Alves, Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul, há inúmeras comunidades rurais que demandam atenção das paróquias no sentido de integrarem a vida da Igreja. Padres, Irmãos, Irmãs e pessoas ligadas à organização da Igreja necessitam deslocar-se para muitos lugares e acompanhar as comunidades locais. […] Houve o aumento da colonização e permaneceram as comunidades ribeirinhas nos rios e igarapés, bem como há comunidades extrativistas. Há também particularidades como Mâncio Lima: são duas comunidades próximas, no centro a igreja de São Sebastião e na colônia a de São Francisco, cada qual organizada com seus festejos, novenários e celebrações. Há ainda vilas como Santa Rosa, com suas comunidades que demandam atenção e organização da Paróquia.

Fonte: KLEIN, P.; PORTELA, C. A Igreja de Cruzeiro do Sul: afirmação da identidade e da ética social no Alto Juruá (AC). Rio Branco, FAC editor, 2019. pp. 79-100;125-126.

 

Clero

Pároco

Horários de Missas

Domingo
Missa
07h
Comunidade Santa Rita
Domingo
Missa
08h30min
Comunidade São Sebastião
Domingo
Missa
09h
Fazenda da Esperança
Domingo
Missa
18h
Comunidade Santo Antônio
Domingo
Missa
19h30min
Matriz São Francisco
Domingo
Missa
19h30min
Comunidade N. Sra. das Dores
1° Domingo
Missa
08h
Comunidade N. Sra. Rosa Mística
4º Domingo
Missa
08h
Comunidade São Raimundo Nonato
4º Domingo
Missa
19h30min
Comunidade Santa Luzia
1º e 3º Sábado
Missa
19h30min
Comunidade São José
1° Sábado
Missa
19h
Comunidade N. Sra. Aparecida
2° e 4° Sábado
Missa
19h30min
Comunidade Sagrado Coração de Jesus
3° Sábado
Missa
19h30min
Comunidade N. Sra. de Guadalupe
4° Sábado
Missa
19h30min
Comunidade Marcelino Champagnat
2ª Terça-feira
Missa
19h30min
Centro do Amor Misericordioso
1ª e 3ª Quarta-feira
Missa
19h30min
Alda Cruz
2ª Quarta-feira
Missa
19h30min
Comunidade São Cristóvão
3ª Quarta-feira
Missa
19h30min
Comunidade N. Sra. Aparecida
1ª Quinta-feira
Missa
19h30min
Comunidade N. Sra. de Fátima
2ª Sexta-feira
Missa
19h30min
Comunidade São João Batista
2ª Sexta-feira
Missa
19h30min
Comunidade N. Sra. do Perpétuo Socorro
3ª Sexta-feira
Missa
19h30min
Comunidade Santo Expedito