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Igrejas Irmãs: “pés a caminho” para ampliar convênio missionário

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Igrejas Irmãs: “pés a caminho” para ampliar convênio missionário

O Projeto Igrejas Irmãs foi tema de reunião em Aparecida, na sequência da 61ª Assembleia Geral da CNBB. Dom Antonio Emidio Vilar, sdb, e Dom Flávio Giovenale, sdb, tornaram as Dioceses de São José do Rio Preto, no interior paulista, e de Cruzeiro do Sul, no Acre, ainda mais próximas a partir do desejo comum de intercâmbio missionário. “Diante dos que estão aqui, cada rosto tem uma resposta a ser dada. Experiências que vão sendo trocadas mudam as perspectivas”, considerou Dom Vilar.

Na quinta-feira, 18 de abril, além dos bispos, encontro reuniu, em sala na Torre Brasília, junto ao Santuário Nacional da Padroeira do Brasil, representantes da Fraternidade São Francisco de Assis, de Jaci, e lideranças do Instituto Missionário Coração Imaculado de Maria, de José Bonifácio. Em pauta a possibilidade de ampliação do projeto e a adesão de novos missionários; além dos dois padres já destacados para início dos trabalhos, na Região Amazônica, a partir de agosto.

O Frei Francisco Belotti e o padre Sander Marcos de Freitas Vieira se mostraram disponíveis às necessidades apresentadas por Dom Flávio, que em julho estará no interior paulista para pregar no retiro para o Clero de São José do Rio Preto. “Nós temos trabalho missionário, mas não tão desafiador quanto esse. Estamos aqui para ver como podemos colaborar. Não é só o Instituto. Não é só a Paróquia, mas a Diocese inteira. 2025 era a proposta inicial de participação. Mudamos já para agosto desse ano. Temos que ver o que Deus prepara e confiar”, destacou o Pe. Sander que, na reunião, foi acompanhado pelo padre Nicacio Alesso Aiello.

Desafios

Em um rico momento de partilha, Dom Flavio situou a Diocese de Cruzeiro do Sul na Bacia do Rio Juruá. A “lógica dos rios”, segundo o Salesiano, também é uma importante referência geográfica do território diocesano que, em extensão, tem quase a metade do Estado de São Paulo. Celebrando 50 anos de atuação no Brasil, o bispo igualmente testemunha a missionariedade ao ter trabalhado em outras Dioceses antes de assumir sua atual missão. “Estamos entre os Estados do Acre e do Amazonas. Seis municípios só alcançamos de barco ou avião. Temos um Clero pequeno, mas nos queremos bem. Vivemos o Ano da Família e assumimos esse caminho: o de nos conhecer e de nos amar”, concluiu.

Religiosas também acompanharam o diálogo e igualmente se preparam para seguir para a Região Norte, em um primeiro momento, para conhecer as localidades carentes da ação missionária. “Se for isso que Deus quer, Ele nos dará condições”, afirmou a Ir. Isilda Aparecida Balbuena.

Contribuições

Além do envio de Missionários, o Projeto Igrejas Irmãs prevê o intercâmbio com especialistas de diversas áreas; ações que visam colaborar com a formação das lideranças de Cruzeiro do Sul. “A Liturgia e a Pastoral do Dízimo, por exemplo, são muito bem organizadas. Podemos contar com padres para formações específicas e esporádicas”, disse o coordenador de pastoral, Pe. Luiz Caputo. A proposta foi igualmente defendida pelo vigário geral, Pe. Edvaldo Calazans, que está acompanhando os voluntários em missões que vem sendo realizadas desde o ano passado. A última, durante a Semana Santa, favoreceu o envio de duas leigas das Paróquias Santa Luzia, de Mirassol, e São Judas, de São José do Rio Preto.

Os padres Francisco Rodrigues, Pedro da Silva e Wagner Gonçalves também seguem promovendo o Projeto Igrejas Irmãs em comunhão com as irmãs Hozana Alves Souza, coordenadora do Conselho Missionário Diocesano, e Rosangela Aparecida Fontoura, secretária de pastoral que seguirá para a Região Norte para orientar Congresso de Catequese.

 

André Botelho
Assessor de Imprensa
Diocese de São José do Rio Preto

 

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